Dois frigoríficos paraenses foram habilitados para a exportação de carne bovina e seus produtos para a Arábia Saudita. Em um comunicado do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) , o Frigorífico Fortefrigo (localizado em Paragominas, na região sudeste paraense) e Frigol (em São Félix do Xingu, também na região sudeste do Estado) foram anunciados entre as oito companhias brasileiras capacitadas pela autoridade sanitária saudita – SFDA (Daudi Food and Drug Authority) – para a venda de proteína bovina ao país. De acordo com dados do Mapa, em 2018, as exportações de produtos agropecuários brasileiros para a Arábia Saudita renderam 1,7 bilhão de dólares. Foram mais de 2,9 milhões de toneladas transportadas. De janeiro a outubro deste ano, as exportações do agronegócio brasileiro para a Arábia Saudita totalizaram 1,4 bilhão de dólares. No mesmo período, o Pará exportou quase 670 mil bovinos e bubalinos para outros países.
O jogo do bicho foi parte do pedigree e DNA do advogado carioca Castor Gonçalves de Andrade e Silva, o Castor de Andrade – Doutor Castor para populares e demasiadamente gratos – o mais famoso, poderoso, informado e preparado líder da história da contravenção brasileira. Castor, capo di tutti capi , chefe de todos chefes, fulminado por um infarto em 11 de abril de 1997, aos 71 anos, era da terceira geração de familiares administradores da jogatina zoológica, no auge da interação da atividade com outros negócios e a ação de grupos, entre eles o de policiais executores de bandidos. A precursora, a avó Dona Eurides, a IaIá, passou a mexer com a bicharada numerada no início do século 20, numa banca modesta na rua Fonseca, em Bangu, misto de bairro e forno natural localizado na zona oeste carioca e famoso pelas incontáveis quebras de recordes de altas temperaturas em seu território. Começou anos depois de a atividade ganhar as ruas do Rio de Janeiro, vencendo os muros do Jardim Zoológico, on...
A Polícia Federal e o Ministério Público Federal cumprem 14 mandados de prisão contra auditores e analistas da Receita Federal, em desdobramento da Lava Jato. O principal alvo é o auditor Marco Aurelio Canal, supervisor de programação da Receita na própria Lava Jato do Rio. Além dos cinco mandados de prisão temporária e nove preventivos, são cumpridos outros 39 de busca e apreensão. Segundo a PF, a investigação começou depois que um colaborador da Operação Lava Jato foi instado a pagar suborno a fiscais da Receita para não ser autuado. Os investigadores afirmam que identificaram patrimônios dissimulados e o uso de informações privilegiadas para beneficiar terceiros. De acordo com os policiais federais, o grupo usava peças de inquéritos e de processos, principalmente as que tratavam de acúmulo de patrimônio ou de movimentação financeira do envolvido, para cobrar propina da vítima em troca do cancelamento de multas milionárias por sonegação fiscal. O empresário Ricardo Siqueira Rod...
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