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Frigoríficos da Amazônia preparam campanha para evitar boicote

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Em um movimento para se antecipar a uma crise que pode afetar as exportações brasileiras de carne bovina, os principais frigoríficos nacionais, como JBS, Marfrig e Minerva estão se organizando para preparar campanhas institucionais individuais contra um possível boicote de países e importadores da commodity brasileira em meio à crise provocada pela queimadas na Amazônia. As informações são do jornal “O Estado de São Paulo”. Fontes a par do assunto afirmaram que o Ministério da Agricultura recebeu consultas informais de países, como Arábia Saudita, Alemanha e Egito, questionando qual seria o risco de os frigoríficos brasileiros estarem comprando gado proveniente de áreas de desmatamento ou ilegais. As próprias empresas também teriam sido consultadas por seus clientes. Procurado, o ministério não se pronunciou.  As consultas geraram uma preocupação entre as principais companhias exportadoras, que possuem certificações, compromissos de monitoramento e auditorias certificadas, mas teme...

Pará rumo aos 10 mais ricos

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O Estado do Pará destaca-se no contexto nacional por ter uma economia forte, diversificada e multisetorial, ocupando as primeiras posições na produção de vários setores. O Produto Interno Bruto (PIB) do Pará, em 2016, foi de R$ 138 bilhões, crescendo nominalmente 5,48%.  Hoje, somos a 12ª maior economia do Brasil ao contribuir com 2,2% do PIB nacional e com quase metade do PIB da Região Norte, 43,5%. Com esses resultados, a economia paraense se distingue como o maior mercado consumidor e a maior economia da Amazônia e do Norte, rumando à passos largos para a lista das 10 principais economias do País. Com um subsolo mais rico em minérios, além do melhor minério de ferro que há na crosta terrestre, o Estado do Pará vive hoje a antecipação de um desfecho que já era previsto pela Mineradora Vale, mas que foi, tragicamente, abreviado pelas tragédias de Mariana e Brumadinho: o fim da hegemonia de Minas Gerais como o maior Estado minerador do Brasil. No Pará, que já exporta, além do ferro...

Na contramão do país, rebanho bovino do Pará cresce e ultrapassa 20 milhões de cabeças

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Rebanho bovino do Pará aumentou mais de 40 mil e alcança 20,6 milhões de cabeças. O município de São Félix do Xingu continua majestoso como “rei do gado” no país e, entre as dez principais praças pecuárias, outros três municípios são paraenses: Marabá, Repartimento e Cumaru do Norte. Na revisão do rebanho de gado bovino nacional, o rebanho do país reduziu em 1,5 milhão de cabeças de 2017 para 2018 . Entretanto, dados divulgados recentemente pelo IBGE, por meio da Pesquisa Pecuária Municipal (PPM), revelam que o estado ganhou 43 mil cabeças, encerrando o ano passado com exatos 20.628.651 animais nos pastos. Com esse rebanho, matematicamente o estado tem média de cinco bois e vacas para cada dois paraenses. Hoje, o Pará encontra-se em 5º lugar em rebanho bovino, e está a um passo de ultrapassar o efetivo do Mato Grosso do Sul, atualmente composto por 20.896.700, sofreu redução de quase 600 mil cabeças de gado na revisão do rebanho. Mesmo os dados nacionais sendo consolidados para 2018 e ...