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Mostrando postagens com o rótulo Temer

China e Coreia do Sul suspendem importação de carne brasileira

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China e Coreia do Sul, os dois maiores consumidores da carne bovina e avícola brasileira, juntos, suspenderam temporariamente a importação após deflagração da Operação Carne Fraca da Policia Federal, na última sexta-feira (17). Os produtos que se encontram atualmente no mar e no porto não terão a liberação alfandegária. No caso da Coréia do Sul, grande consumidor do frango BRF, a venda da marca será temporariamente barrada no país, enquanto as inspeções aos produtos da companhia serão aumentadas . O Governo Sul-coreano também informou que os futuros fornecedores brasileiros de carne terão que apresentar certificado emitido pelo Governo do Brasil. Grande prejuízo a vista!

Governo anuncia reajuste no Bolsa Família e prêmio para prefeitos que reduzirem beneficiados

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  O presidente em exercício  Michel Temer  e o ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, anunciaram hoje um reajuste médio de 12,5% nos benefícios do Bolsa Família. O reajuste vai ser pago a partir de 17 de julho. O decreto do reajuste assinado por Temer prevê também aumento da linha de extrema pobreza, que passa de R$ 77 para R$ 85. Também aumenta a linha de pobreza, que sobe de R$ 154 para R$ 170. O aumento do benefício vai causar impacto de R$ 2,5 bilhões por mês na folha de pagamento. Ainda de acordo com o Desenvolvimento Social, o governo reservou recursos do orçamento para garantir o reajuste. Para tentar reduzir o número de dependentes o Ministério do Desenvolvimento Social quer criar um prêmio para os prefeitos que conseguirem aumentar a taxa de pessoas que deixarem o programa para trabalhar. Nota-se aí um "choque de gestão" em relação ao governo Dilma, onde, em comemoração dos 10 anos do programa Bolsa Família, o Ministério do D...

Dilma fará caminhada em Belém

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Dilma estará em Belém no dia 29, para uma caminhada com o povo a partir da Praça do Relógio. Virá em jato privado. Via Mauro Bonna

PT pretende usar caso Jucá para paralisar processo de impeachment

O senador Lindbergh Farias (RJ) deu o tom de como o PT vai usar o episódio da gravação em que o ministro Romero Jucá (Planejamento) fala em tentar abafar a Lava-Jato. “Não adianta tirar o Jucá. Nosso foco é o Temer. Vamos usar isso amanhã para paralisar a comissão do impeachment”, afirmou. Para o petista, “a comissão não pode continuar enquanto isso não for esclarecido”. “Como sempre dissemos, o impeachment não eram pedaladas, era para barrar a Lava-Jato”, afirmou Lindbergh — ele próprio alvo de inquérito decorrente da operação Da coluna Radar, da Revista VEJA

Temer pretende inaugurar transposição do São Francisco

Temer encarregou seu Ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, de acelerar a conclusão das obras de transposição do rio São Francisco. Helder fará, na próxima terça-feira, uma reunião para discutir o Projeto de Integração do rio São Francisco, orçado em mais de R$8 bilhões. Estarão presentes representantes de empresas do setor elétrico e da construção civil que estão à frente da ação. No encontro, o Ministro passará o recado para acelerar as obras. Numa sinalização à bancada do Nordeste, que vinha cobrando enfaticamente o projeto, dirá que Temer pretende fazer a inauguração, que deverá ser sua primeira, até o fim do ano.

Senado tende a afastar Dilma hoje

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A Sessão extraordinária para votar a instauração do processo de impedimento da presidente Dilma Rousseff no Senado começa às 9h desta quarta-feira (11). Com voto de maioria simples, parlamentares deverão afastar Dilma pelo prazo máximo de 180 dias pela acusação de crime de responsabilidade; a defesa do governo diz não haver base jurídica no processo, aponta golpe em curso e diz que vai judicializar o caso até o fim; o vice Michel Temer (PMDB) assume assim que for notificado da decisão. A votação será aberta no painel eletrônico. Antes de assumir a eventual interinidade da presidência da República, o vice-presidente Michel Temer (PMDB) já enfrenta o arrasto daquilo que toma 80% do tempo dos chefes de executivos na República, que é a governabilidade sustentada sobre distribuição de cargos: o mesmo estruturalismo fisiológico que aporrinhou Dilma Rousseff que, por não saber manejá-lo, avia-se em despejá-la do Planalto .

Priante possível Ministro da Aviação Civil

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Segundo a agência O Globo, o vice-presidente Michel Temer deve entregar uma terceira pasta à bancada do PMDB na Câmara para assegurar o apoio dos 68 deputados do partido. Além do Ministério do Desenvolvimento Social, já prometido ao deputado Osmar Terra (PMDB-RS), a bancada ficará com Esporte, que será ocupado pelo líder do partido na Câmara, Leonardo Picciani (RJ), e com a pasta de Aviação Civil, que deverá ser comandada pelo deputado José Priante (PMDB -PA).

Cunha instala CPI da UNE

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O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), anunciou nesta quarta-feira, 4, a criação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar indícios de uso irregular de dinheiro público pela União Nacional dos Estudantes (UNE). O pedido de instalação da CPI da UNE foi apresentado pelo deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP). No requerimento, o parlamentar pede a investigação com base em seis fatos, entre eles a apuração de como a UNE aplicou R$ 44,5 milhões recebidos a título de indenização da União pelos danos sofridos na ditadura militar e investigação de convênios do governo federal com a entidade entre 2006 e 2016.

PSDB e PMDB se acertando

Segundo o Jornal Folha de S. Paulo, Michel Temer e Aécio Neves, acertaram na noite desta quinta-feira (28) a participação do PSDB no eventual governo do peemedebista caso a presidente Dilma Rousseff seja afastada temporariamente do cargo em maio pelo Senado Federal. Aécio informou a Temer que o partido aceita integrar a administração interina com a ocupação de cargos na equipe ministerial. No entanto, só serão oficializados convites a tucanos após a entrega pela cúpula nacional do partido de documento com propostas de mudanças para o país, o que está programado para ocorrer na próxima terça-feira (3). Se houver um acerto entre os partidos a nível nacional, como ficarão as coisas nas bandas de cá?

Reforma ministerial de Temer

Ilimar Franco, em O Globo, traz algumas das intenções de Temer para a esperada reforma ministerial: - Ministério da Justiça passaria a se chamar Ministério da Justiça e da Cidadania, englobando secretarias das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos; - Ministério do Desenvolvimento Agrário se integraria ao Ministério da Agricultura; - Secretaria de Portos ficaria dentro da pasta dos Transportes; - União dos ministérios do Turismo e do Esporte; - Transformar a CGU em Ministério da Transparência, da Fiscalização e do Combate à Corrupção. Temer precisa mostrar rapidamente a que veio.

Incompetência ou azar?

Dilma foi incompetente ou azarada? Em um único ponto do discurso da Presidente Dilma é preciso concordar: a culpa pela situação econômica do país não deve recair, exclusivamente, sobre suas costas. Talvez esteja no cargo errado, no momento errado. Ao ponto da bomba explodir em suas mãos. A primeira década dos anos 2000 foi marcada por uma onda alta das commodities (minérios principalmente), proporcionada pelo crescimento acelerado da China, que transformou o superávit da sua balança comercial em infraestrutura, aumentando exponencialmente a demanda desses commodities. Esse foi um dos principais motivos do crescimento do Brasil, já que desde o descobrimento nosso país é um exportador de produtos básicos. A onda alta de commodities teve implicações políticas importantíssimas, visto que o grande fluxo de recursos provenientes das exportações facilitou, em muito, a vida de Lula,...

"Placar" do Senado

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Levantamento feito diariamente pelo jornal O Estado de S. Paulo mostra as intenções declaradas de voto dos senadores em relação à abertura de processo por crime de responsabilidade contra a presidente Dilma Rousseff. Entre Senadores intenções de votos já atingiram o número necessário.

PT já prepara PEC para novas eleições

Segundo informações do Portal UOL, o PT e o governo planejam uma campanha nacional de coleta de assinaturas em apoio a uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para convocar novas eleições, caso o Congresso aprove o impeachment da presidente Dilma Rousseff. A ideia, que até agora era cogitada apenas em conversas reservadas, passou a ser defendida abertamente por aliados próximos à petista. No Palácio do Planalto e entre aliados de Dilma, a ideia tem sido chamada de "contragolpe" contra Temer, alvo da fúria de petistas que prometem desestabilizar um eventual governo do vice.

Ex-presidente da OAB-PA defende decretação de Estado de Defesa contra Impeachment

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Na sua página do Facebook, Jarbas Vasconcelos, ex-presidente e conselheiro  federal da OAB Secção Pará, escreveu sobre o ato contra o impeachment, do qual participou, ocorrido na Faculdade de Direito da UFPA, onde defendeu a decretação de Estado de Defesa, pela Presidente Dilma, como medida para impedir o processo de impeachment. Leia a postagem: "No ato em defesa do Estado Democrático de Direito com professores, membros do Ministério Público, Juízes e estudantes na Faculdade de Direito da UFPA. Defendi que a Presidente adote o Estado de Defesa e acabe com a farsa do golpe parlamentar, apelidada docemente de impeachment. Há que se defender o Estado e suas instituições dentro da Constituição, contra a violência ilegal, a violência legítima: Art. 136. O Presidente da República pode, ouvidos o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional, decretar estado de defesa para preservar ou prontamente restabelecer, em locais restritos e determinados, a ordem pública ou a paz soci...

Serra e Temer negociam pacto pós-Dilma

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O senador José Serra (PSDB-SP) afirmou que o vice-presidente Michel Temer (PMDB) deve assumir compromissos com a oposição e com o País caso a presidente Dilma Rousseff seja afastada da Presidência. O tucano afirmou ao jornal O Estado de S. Paulo que o vice tem de se comprometer a não concorrer à reeleição, não interferir nas disputas municipais deste ano, não promover uma caça às bruxas e montar um Ministério “surpreendente”. Serra tem conversado com empresários, nomes do mercado e do Judiciário e com políticos sobre a possibilidade de Temer assumir, caso Dilma seja afastada pelo Congresso. Entre esses interlocutores estão os ex-ministros Nelson Jobim e Armínio Fraga, o deputado Roberto Freire (PPS-SP) e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Apesar de sempre ser apontado como provável ministro de Temer, ele diz que o PSDB deve esperar para discutir cargos. No entanto, ...

Aécio não quer conversa com PMDB, ao contrário de Serra

Em reunião recente com a bancada do PSDB, o presidente nacional do partido, senador Aécio Neves, defendeu que a legenda não deve discutir a participação em um possível governo do PMDB: “Nosso projeto político não é esse”, disse. Segundo ele, o PSDB “é a peça-chave” para garantir a governabilidade da gestão Temer, caso o impeachment de Dilma Rousseff aconteça. A visão se contrapõe a do senador tucano José Serra, que tem trabalhado para aproximar os dois partidos e cogita até um ministério. Ele também pode deixar o PSDB para se lançar à Presidência em 2018 pelo PMDB

PMDB já prepara o programa de governo de Temer

Partidários de Michel Temer já estão preparando um programa de governo. O primeiro item da pauta é a reforma da Previdência: “A oposição concorda em dar suporte a um governo de coalizão, desde que fique firmado o compromisso de que ele, Temer, não concorrerá à recondução em 2018. É uma condição inegociável. "Temer teria então condições de tocar reformas necessárias, como a da Previdência, o que daria condições para o país chegar menos turbulento na próxima disputa eleitoral”. É como a história dos herdeiros que já fazem planos enquanto o moribundo não desencarnados.

PSDB já pensa na possibilidade de apoiar Michel Temer

Os tucanos continuam apostando na instabilidade política do Governo petista e agora falam em dar sustentabilidade a um eventual governo do vice Michel Temer; parecem, aos poucos, desistir do projeto ‘Aécio 2015′, que consistia em cassar Dilma e Temer, abrindo espaço para a antecipação das eleições, o que faria perder o apoio do PMDB, além de trazer um inconveniente gravíssimo: durante 90 dias, presidiria o país o presidente da Câmara, Eduardo Cunha. Em resumo, os tucanos agora querem convencer o PMDB a abraçar o impeachment apenas da presidente Dilma, prometendo assim dar suporte a um eventual governo Temer, ou seja, continuam articulando, mas já abrem mão do poder absoluto. Se Dilma sair, provavelmente o PMDB contaria com o apoio do PSDB e de parte do PT, que mesmo se ocorrer impeachment ou renúncia, parte dos cargos ainda poderiam ficar com a legenda da presidente.