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Edson Fachin é provável relator da Lava Jato

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Ricardo Boechat informou ontem (27) em sua coluna com acesso as togas ilustres do STF, comenta-se que a presidente Cármen Lúcia homologará logo as delações premiadas de ex-executivos da Odebrecht, a começar pela do ex-presidente Marcelo Odebrecht, preso desde 2015 e já condenado na Lava Jato. O ato ocorreria antes da abertura do recesso do Judiciário, na quarta-feira 1º. O assunto foi discutido com colegas de tribunal. Com o gesto, ganharia tempo para que um membro da 1ª Turma peça para entrar na 2ª Turma,  provavelmente o ministro Edson Fachin, a quem caberá então relatar a Lava Jato no Tribunal.

Nomes mais cotados para o STF

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Estes são os nomes que vêm sendo ventilados para o cargo de Ministro do STF, no lugar de Teori Zavascki, sem prejuízo de outros que certamente irão surgir: Ives Gandra Martins Filho - Presidente do TST (Nome bastante mencionado, e, para alguns, estaria até mesmo como favorito. Embora muitos tenham  repudiado, manifestamente, sua indicação por conta de seu alinhamento ideológico e religioso, incluindo o presidente da OAB/PA, Alberto Campos) Flávia Piovesan - Atual secretária nacional dos Direitos Humanos (Amiga pessoal de muitos anos da filha do presidente, Luciana Temer Heleno Torres - Jurista Grace Mendonça - AGU Alexandre de Moraes - Ministro da Justiça (Nome bastante citado, também, embora pareça que sua ambição é mais política do que  jurídica) Isabel Galloti - Ministro STJ Humberto Martins - Ministro STJ João Otávio Noronha - Ministro STJ Luís Felipe Salomão - Ministro STJ Mauro Campbell - Ministro STJ Ricardo Cueva -...

Teori contrariou... Teori!

O ministro Teori Zavascki, ao conceder, ontem, liminar a uma reclamação da AGU para que o juiz Sergio Moro envie todo o processo que diz respeito a Lula ao Supremo e colocar sob sigilo todas as gravações que dizem respeito à presidente Dilma, agiu com o fígado. Ou como o árbitro de futebol que paralisa a partida sem realmente ter ocorrido falta. A verdade é que o ministro estava irritado com Sergio Moro. Considerou uma exorbitância a divulgação dos grampos envolvendo a presidente e acha que o juiz deveria ter enviado tudo ao Supremo, que então se encarregaria de devolver para a primeira instância quem não tivesse foro especial. O ministro já descartou antes a tese da conexão e continência, quando enviou os processos envolvendo a mulher e a filha de Eduardo Cunha para a Justiça comum. Ora, se uma pessoa com foro especial confere foro especial às demais, isso deveria ter valido, então, p...